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Questionado, Queiroga se esquiva de dizer se concorda ou não com Bolsonaro sobre cloroquina

  • Foto do escritor: Carlos Guglielmeli
    Carlos Guglielmeli
  • 6 de mai. de 2021
  • 1 min de leitura

Questionado pelo relator Renan Calheiros (MDB) se concorda com o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro sobre o chamado tratamento precoce e sobre a prescrição de cloroquina contra o coronavírus, o ministro da saúde, Marcelo Queiroga, evitou dar sua resposta.


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Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, depõe na CPI da Covid / Foto: Metrópole

Marcelo Queiroga é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, entidade que já emitiu parecer contra o uso do fármaco de maneira indiscriminada ou preventiva, como apoia o presidente da república Jair Bolsonaro (sem partido).


O ministro negou ter recebido qualquer orientação do presidente no sentido de promover o uso da cloroquina, mas quando perguntado diretamente se concordava com o posicionamento de Bolsonaro, esquivou-se, afirmou que a resposta dependia de uma análise técnica, e argumentou que, como ministro da Saúde, poderá ter, em última instância, de se posicionar formalmente sobre o tema.


Mesmo após tanto evitar, e sem querer, Queiroga acabou contrariando as afirmações do presidente Bolsonaro, ao admitir que sua chegada ao ministério marcou uma mudança de posição da pasta. O titular afirmou que foca sua gestão no fortalecimento do Plano Nacional de Imunização e na intensificação da orientação da população sobre medidas não farmacológicas para evitar o contágio, como o uso de máscaras e o distanciamento social.


Nesta quinta-feira (06) a CPI ainda pretendia ouvir o presidente da Anvisa, porém a audiência foi adiada para 11 de maio para que a arguição ao ministro queiroga continue até se esgotar.


 
 
 

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